MINIATURE PINSCHER

Categorizada como 'Toy Dog' (Cão Brinquedo), onde se enquadram também os Yorkshire, Pug, Cavalier King Charles Spaniel ou Fox Terrier, o Pinscher Miniatura é mais conhecido como "King of Toys" (Rei dos Brinquedos - numa referência à categoria).
Vamos saber mais sobre esta raça? :)


Qualquer semelhança com o Dobermann Pinscher acaba no nome, porque o Miniature Pinscher (ou Min Pin) surgiu cerca de um século antes na Alemanha, com a finalidade de caçar ratos e ratazanas em casas e estábulos.

Destemidos, enérgicos, auto-confiantes e sempre alerta, os Pinscher são óptimos cães de companhia, super leais à família, óptimos com crianças e outros cães.


Mas nem tudo é brincadeira com este Rei dos Brinquedos...

Enquanto pequenos, têm de ser ensinados com firmeza e os educadores terão de ser assertivos e muito, muito pacientes.

Esta raça é caracterizada como uma das mais inteligentes mas também das mais dominantes!
Apesar do seu tamanho reduzido, não é incomum conhecermos "pequenas feras" desta raça. Daqueles que ladram (e mordem!) cães maiores, conseguindo um estatuto superior na hierarquia, quando o mais natural seria o inverso.

Estima-se que o Miniature Pinscher tenha originado do cruzamento entre um Galgo Italiano e um Dachshund, ambos de pêlo curto, o que faz com que sejam especialmente sensíveis ao frio. Se, por um lado, é um descanso no que toca a manutenção de pêlo, banhos e escovagem, por outro, requer alguma atenção.

Não é só uma questão estética que se impõe, quando vemos um "cão de bolso" vestido. Recomenda-se que, em climas mais frios, se vistam os pequenotes, para os ajudar a manter a temperatura corporal nos 38ºC.


Curiosidades

- nome original "zwergpinscher" ou "dwarf biter" ou "mordedor anão"

- os Pinscher têm patas parecidas com as dos gatos, o que lhes confere agilidade e destreza nas corridas e em pequenas aventuras no apartamento

- têm uma esperança média de vida bastante longa, para um cão tão pequeno, de 14 a 16 anos


Especial Atenção

As patinhas pequeninas e frágeis podem originar alguns problemas, fracturas ou luxações.
São cães enérgicos mas que não suportam grandes abanões, especialmente com crianças muito pequenas, pelo que se adverte quem tem 'gatinhadores' em casa, que vigiem atentamente a interacção, visto que, sem querer, podem magoar o patudinho.
Também é necessário prestar atenção à altura a que saltam de superfícies (sofá, cama, muros) e talvez ajudar para que a descida tenha o menor impacto possível nas articulações e ossinhos das patas.


Este artigo foi escrito com base >>neste vídeo<<

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